ProgramaÇÃo Cultural
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16 Agosto no Palco EDP do Festival EDP Paredes de Coura
Palco EDP 16 Agosto A britânica Anna Calvi dispensa grandes apresentações, já que, com o disco de estreia, homónimo, se tornou numa das grandes revelações do ano passado. Nomeada para o Mercury Prize e para os Brit Awards, actua no EDP Paredes de Coura, dia 16 de Agosto. Praticamente impossíveis de catalogar, os of Montreal são senhores com uma profícua carreira, onde se contam 11 discos de originais, editados em 15 anos. Da electrónica, à pop, passando pelo rock psicadélico e piscando até o olho ao afrobeat, tudo cabe na imensa música dos of Montreal. Formados em 2001, os Gang Gang Dance são uma das bandas de proa do movimento experimental norte-americano. A voz única de Lizzi Bougatsos dá corpo aos sintetizadores e percursões que transformam o som da banda em algo transcendental. Erlend Øye volta este ano a Paredes de Coura, depois de ter conquistado o público na edição anterior com o concerto de Kings of Convenience e longos passeios de barco no rio. Este ano, apresenta-se dia 16 de Agosto com o projecto The Whitest Boy Alive, que conta já com dois discos editados. |
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| Festival EDP Paredes de Coura |

"A ponte é uma passagem...prá outra margem"
Este refrão, do tema RIBEIRA, andou nas bocas de toda a gente desde que saiu em single no ano de 1981, transformando os JAFUMEGA numa das bandas mais importantes do rock português.
Nos dois anos seguintes lançaram dois álbuns com canções como LATINAMÉRICA, NÓ CEGO, KASBAH, entre outras, que os inscreveram na história da música popular portuguesa.
Resolveram inesperadamente parar em 1985. Os seus elementos seguiram carreiras individuais e alguns deles tornaram-se figuras incontornáveis da cena musical portuguesa.
Muitos são os que gostariam de voltar a ver os JAFUMEGAem palco, e para os mais novos, que apenas ouviram as gravações, a curiosidade é grande.

7º ENCONTRO ESCOLAS NO TEATRO DA MALAPOSTA:
A COMÉDIA DA PANELA é uma Encenação Sérgio Moura Afonso
Grupo de Teatro do IDS - Instituto de Desenvolvimento Socia
MAI 28 | TER - 21H30
AUDITÓRIO
3€ [PREÇO ÚNICO] |
50 MINUTOS | M/12

SALA PRINCIPAL
de 29 a 31 de MAIO de QUA a SEX
às 21H30
Duração: 1H00M/12
Direcção e Interpretação | OLGA RORIZ
Música | IGOR STRAVINSKY (Orquestra Filarmónica de Los Angels dirigida por Esa-Pekka Salonen)
Cenário, apoio dramatúrgico e aos ensaios | PAULO REIS
Figurino | OLGA RORIZ E PAULO REIS
Desenho de Luz | CRISTINA PIEDADE
Director Técnico | MANUEL ALÃO
Edição vídeo |JOÃO RAPOSO
Desenho de som e operação | SÉRGIO MILHANO
Assistente de cenografia e figurinos | MARIA RIBEIRO
Gestão e Direcção de Produção | FERNANDO PÊRA
Secretariado e Produção | TERESA BRITO
Apoio à Produção | RAQUEL LAMAS, MARIA JOSÉ LOPEZ
Agradecimentos |Prof. DIDIER CHAZEAU

O Museu do Fado promove a partir do dia 19 de Abril de 2013 a exposição temporária "Acordem as Guitarras" consagrada à Guitarra Portuguesa.
A partir da colecção "Tudo Isto É...", conceptualizada e produzida pela Malabar, o Museu do Fado expõe 16 guitarras portuguesas recriadas por outros tantos artistas:
Siza Vieira, Ana Vidigal, Catarina Pestana, Eugénio Campos, Fabrizio Matos, Isaque Pinheiro, João Leonardo, João Vale, José Cardoso, Manuel Vieira, Marco Sousa, Miguel Januário, Nini Andrade Silva, Sara Maia, Sofia Leitão e Alexandre Farto aka Vhils.

DE 11 A 23 DE MAIO
AUDITÓRIO | GRATUITO
Como cada ano, os países da União Europeia em Moçambique oferecem um encontro dedicado à sétima arte na Europa.
Este ano, você terá a oportunidade de assistir as exibições gratuitas de 15 filmes, para viajar em 14 países e a União Europeia através de 29 projeções.
O programa completo está disponível no início de maio, no website do
CCFM: www.ccfmoz.com

07.06.2013 > 21.30 h
ORequiem (Messa da Requiem) de Giuseppe Verdi é obra musical da missa fúnebre católica romana (chamada Requiem a partir da primeira palavra do texto, que começa Requiem aeternam dona eis, Domine,, "concedei-lhes descanso eterno, ó Senhor"). A primeira apresentação foi realizada em 22 de Maio de 1874 para comemorar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado por Verdi. A peça também é por vezes referida como Requiem de Manzoni.
Quando Rossini morreu, em 1868, Verdi sugeriu que diversos compositores italianos se juntassem para compor em conjunto um Requiem em homenagem ao mestre, e começou a empreitada com uma versão do "Libera me." No ano seguinte uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores (dos quais o único conhecido actualmente é o próprio Verdi), com estreia marcada para 13 de Novembro de 1869, primeiro aniversário da morte de Rossini. No entanto, a 4 de Novembro, a organização abandonou o projecto, tendo Verdi culpado maestro Angelo Marinai pela falta de entusiasmo Mariani. Verdi nunca perdoou Mariani pelo ocorrido e a obra caiu no esquecimento até 1988, quando o alemão Helmuth Rilling dirigiu uma versão completa da Messa per Rossiniem Estugarda.
Em maio de 1873 o escritor italiano Alessandro Manzoni, que Verdi tinha sempre admirado, morreu. Ao ouvir a notícia de sua morte, Verdi decidiu finalizar um Requiem - desta vez sozinho - em homenagem a Manzoni. Viajou para Paris em Junho, onde começou a trabalhar na obra, incluindo uma versão do "Libera me" composto originalmente para Rossini. O Requiem de Verdi foi executado pela primeira vez em Maio do ano seguinte, na Igreja de São Marcos, em Milão, no primeiro aniversário da morte de Manzoni, dirigido pelo próprio compositor.


MAI 31 a JUN 2 SEX e SÁB - 21H45
DOM - 17H00
BLACK BOX
Depois de mau dia, Gabriel acaba por dar boleia à pessoa errada, Lúcia Maria, que por sua vez entra no carro errado.
Ambos vão para o mesmo lugar. Pelo caminho dão boleia a Jasualdo, Roberta e Olavo. Vão a caminho do Festival da Batata Doce em Aljezur...
Mas será que chegam?

24 de maio | 9h30 às 18h00
Auditório do Museu do Fado, Lisboa

O tenchi tessen é uma arte do movimento. A sua finalidade é permitir ao ser humano reencontrar a harmonia consigo e com o Mundo, entre o céu (ten) e a terra (chi). Criado por Georges Stobbaerts, o tenchi tessen pode comparar-se a uma dança hierática, a uma arte para a unidade do corpo, que se situa no instante presente, onde o leque substitui o sabre e a confrontação dá lugar à conciliação.





















