ProgramaÇÃo Cultural
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Os Kasabian juntam-se à celebração do 20º aniversário do Festival EDP Paredes de Coura
16 Agosto PALCO EDP Os Kasabian juntam-se à celebração do 20º aniversário do Festival EDP Paredes de Coura, com uma actuação dia 16 de Agosto. Cabeças de cartaz de grandes festivais como Reading e T in the Park, a banda britânica traz a Portugal o mais recente longa-duração, "Velociraptor!". Os Kasabian, cujo nome se inspira em Linda Kasabian (membro da família de Charles Manson), editaram o primeiro álbum, homónimo, em 2004 e imediatamente obtiveram o reconhecimento que muitas bandas demoram anos a alcançar. Em 2006 surgiu o segundo disco, "Empire", que consolidou os Kasabian como uma das mais importantes novas bandas a surgir no Reino Unido - onde alcançou o primeiro lugar do top de vendas. Produzido por Jim Abbiss (conhecido pelo trabalho com Arctic Monkeys ou Sneaker Pimps), o álbum apresentava grandes singles como "Empire", "Shoot The Runner" e "Me Plus One". "West Ryder Pauper Lunatic Asylum" chegou em 2009 e repetiu a entrada directa para o primeiro lugar do top britânico. Com a produção entregue a Dan The Automator (ex-Gorillaz), o disco valeu-lhes uma nomeação para os Mercury Prize e o prémio de "Álbum do Ano" para a prestigiada revista britânica, "Q". O mais recente "Velociraptor!" (2011), não quis ficar atrás e alcançou também o primeiro lugar do top de vendas, para além de lhes garantir o prémio de "Melhor Banda Britânica" nos NME Awards. |
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| Festival EDP Paredes de Coura |
Caríssimas Canções
31 Mai 2013 - 21:00
Grande Auditório
M/3
Para Sérgio Godinho, cumpre-se, neste concerto, o desejo de fazer as canções do livro Caríssimas 40 Canções - Sérgio Godinho & As Canções dos Outros «regressar à sua vocação primeira, a de terem um palco e um público cúmplice, quer ambos se conheçam quer não.»
Porque são elas os seus «incentivos criadores e lúdicos, e nelas cabem todos os sentimentos, dos mais distendidos aos mais extremados», e porque «uma versão tem de ser uma outra forma de acto criativo», das quarenta, o "escritor de canções" elegerá algumas, «para essa função transformadora da sua vida no palco.»
E acrescenta que com essas cruzará pontes para as suas próprias canções, das quais cantará algumas. «Não da escolha mais óbvia, mas uma vez mais as escolhidas, e como as outras, caríssimas canções.»

SALA PRINCIPAL
17 de MAIO SEX às 21H30
Duração: 1H40
M/12
Pela primeira vez em Almada, o Teatro da Terra, companhia fundada por Maria João Luís em Ponte de Sor, apresenta uma parábola sobre a vida e a morte - uma epopeia dedicada ao povo alentejano. Chão de Água compara o desenraizamento provocado pela deslocalização compulsiva de algumas populações do Sul a pretexto da construção de barragens, com a solidão revoltada das mulheres troianas vendo a guerra roubar-lhes os homens.
A tragédia grega é transportada para os nossos dias, criando uma analogia revitalizante de exaltação da saudade pela voz das alentejanas no seu êxodo forçado.

QUINTA DANÇA
QUINTA 09 DE MAIO | 19H00
AUDITÓRIO"Quais são os estados físicos e emocionais que atinge um corpo depois de ser estuprado e sexualmente violado? Qual é o seu limite físico?
Esta criação é inspirada por uma situação real que está acontecendo em Moçambique e em muitos países africanos. Faz uma reflexão sobre a nossa história, nossas projeções culturais, sociológicas e familiais.
Não quero trazer o que aconteceu no passado, mas as suas consequências em seres humanos no presente." Kátia Manjate

SEG a SÁB - 11H00 às 21H00 (em dias de espetáculo estará patente até às 23H00)
DOM - 14H00 às 19H00FOYER
Sendo descendente direta da pessoa que introduziu a venda de artesanato português na Vila de Sintra (oSr. Sequeira, sapateiro fino com olho para o negócio), toda a infância da escultora foi dominada pelo imaginário do artesanato português.
No entanto, foi necessário chegar à idade adulta para admitir a importância do artesanato como produto e produtor de uma identidade cultural.
Aquilo a que chamamos `nosso` influenciou e foi influenciado por centenas de anos de interações com outras culturas, quer através dos Descobrimentos, da colonização ou pelos grandes surtos de emigração do início do séc. XX (louça, calçada, joalharia, instrumentos musicais, etc.), traduzindo-se num simbolismo ingénuo sobre as realidades que eram estranhas aos artesãos portuguesas.
Não só em Portugal, como por onde tenhamos passado, estas peças são um tributo a estes produtores que, quer cá dentro como lá fora, integraram bocadinhos da nossa História nos objetos de uso diário.

2 Junho
SIK-GAEK Cinema
17.30
Auditório
Realizador: Yun-su Chong2007, 114`, Cor Língua original: coreano, legendado em portuguêsM/12

07.06.2013 > 21.30 h
ORequiem (Messa da Requiem) de Giuseppe Verdi é obra musical da missa fúnebre católica romana (chamada Requiem a partir da primeira palavra do texto, que começa Requiem aeternam dona eis, Domine,, "concedei-lhes descanso eterno, ó Senhor"). A primeira apresentação foi realizada em 22 de Maio de 1874 para comemorar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado por Verdi. A peça também é por vezes referida como Requiem de Manzoni.
Quando Rossini morreu, em 1868, Verdi sugeriu que diversos compositores italianos se juntassem para compor em conjunto um Requiem em homenagem ao mestre, e começou a empreitada com uma versão do "Libera me." No ano seguinte uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores (dos quais o único conhecido actualmente é o próprio Verdi), com estreia marcada para 13 de Novembro de 1869, primeiro aniversário da morte de Rossini. No entanto, a 4 de Novembro, a organização abandonou o projecto, tendo Verdi culpado maestro Angelo Marinai pela falta de entusiasmo Mariani. Verdi nunca perdoou Mariani pelo ocorrido e a obra caiu no esquecimento até 1988, quando o alemão Helmuth Rilling dirigiu uma versão completa da Messa per Rossiniem Estugarda.
Em maio de 1873 o escritor italiano Alessandro Manzoni, que Verdi tinha sempre admirado, morreu. Ao ouvir a notícia de sua morte, Verdi decidiu finalizar um Requiem - desta vez sozinho - em homenagem a Manzoni. Viajou para Paris em Junho, onde começou a trabalhar na obra, incluindo uma versão do "Libera me" composto originalmente para Rossini. O Requiem de Verdi foi executado pela primeira vez em Maio do ano seguinte, na Igreja de São Marcos, em Milão, no primeiro aniversário da morte de Manzoni, dirigido pelo próprio compositor.

18 de Maio
Museu do fado
Entrada Livre
Este ano O Museu do fado comemora o Dia Internacional dos Museus com fado em dose dupla!
Rodrigo Costa Félix, que regressa ao Museu do Fado depois de um ano repleto de concertos em Portugal e no estrangeiro e Marta Pereira da Costa, a primeira e única mulher a dedicar-se profissionalmente à guitarra portuguesa, são a nossa proposta para assinalar o Dia Internacional dos Museus!
Rodrigo Costa Félix e Marta Pereira da Costa participam na Visita Cantada, às 15h00 e apresentam-se em concerto às 19h00.
Reserve já o seu lugar através do 218 823 470.
No dia 18 de Maio a entrada no museu, bem como todas as iniciativas, são de entrada livre.

MAI 31 a JUN 2 SEX e SÁB - 21H45
DOM - 17H00
BLACK BOX
Depois de mau dia, Gabriel acaba por dar boleia à pessoa errada, Lúcia Maria, que por sua vez entra no carro errado.
Ambos vão para o mesmo lugar. Pelo caminho dão boleia a Jasualdo, Roberta e Olavo. Vão a caminho do Festival da Batata Doce em Aljezur...
Mas será que chegam?

24 de maio | 9h30 às 18h00
Auditório do Museu do Fado, Lisboa

No dia Internacional dos Museus - 18 de Maio, pelas 11h00 o Museu da Marioneta em Lisboa convida
as familias a uma visita guiada para conhecerem melhor a sua colecção.





















