ProgramaÇÃo Cultural
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PALCO EDP | Ornatos Violeta e The Go! Team
17 AGOSTO
PALCO EDP Ornatos Violeta, no EDP Paredes de Coura a banda apresenta um concerto irrepetível: a versão integral ao vivo do aclamado álbum "O Monstro Precisa de Amigos" - que foi considerado pelos ouvintes da Antena 3 (numa votação promovida a propósito dos 15 anos da rádio), o Melhor Álbum português editado no período 1994-2009. Manuel Cruz (letras e voz), Nuno Prata (baixo), Kinorm (bateria), Elísio Donas (teclados) e Peixe (guitarra), formaram os Ornatos Violeta em 1991, mas só viriam a editar o seu álbum de estreia "Cão!" seis anos depois. Participaram em várias coletâneas e venceram o prémio de originalidade do 7º (e último) Concurso de Música Moderna do Rock Rendez Vous. O álbum de consagração, "O Monstro Precisa de Amigos", é lançado em Novembro de 1999, dando origem a três singles: "Capitão Romance", com Gordon Gano, vocalista dos Violent Femmes, "Chaga" e "Ouvi Dizer", um dueto com Victor Espadinha que é, ainda hoje, a canção dos Ornatos Violeta com maior airplay, maior pesquisa na web ou mais covers. No ano em que o EDP Paredes de Coura festeja os seus 20 anos, este concerto especial dos Ornatos Violeta ficará na história de um festival que já conta muitas histórias.... Os The Go! Team são um sexteto difícil de categorizar. Quando Ian Parton teve a ideia para o projecto, pensou em misturar as guitarras dos Sonic Youth, com as bandas sonoras de Bollywood, electrónica e hip-hop old school. A soma dos ingredientes resultou nos The Go! Team, uma banda reconhecida pelas energéticas actuações em palco. |
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| Festival EDP Paredes de Coura |

"A ponte é uma passagem...prá outra margem"
Este refrão, do tema RIBEIRA, andou nas bocas de toda a gente desde que saiu em single no ano de 1981, transformando os JAFUMEGA numa das bandas mais importantes do rock português.
Nos dois anos seguintes lançaram dois álbuns com canções como LATINAMÉRICA, NÓ CEGO, KASBAH, entre outras, que os inscreveram na história da música popular portuguesa.
Resolveram inesperadamente parar em 1985. Os seus elementos seguiram carreiras individuais e alguns deles tornaram-se figuras incontornáveis da cena musical portuguesa.
Muitos são os que gostariam de voltar a ver os JAFUMEGAem palco, e para os mais novos, que apenas ouviram as gravações, a curiosidade é grande.

7º ENCONTRO ESCOLAS NO TEATRO DA MALAPOSTA:
A COMÉDIA DA PANELA é uma Encenação Sérgio Moura Afonso
Grupo de Teatro do IDS - Instituto de Desenvolvimento Socia
MAI 28 | TER - 21H30
AUDITÓRIO
3€ [PREÇO ÚNICO] |
50 MINUTOS | M/12

SALA PRINCIPAL
de 29 a 31 de MAIO de QUA a SEX
às 21H30
Duração: 1H00M/12
Direcção e Interpretação | OLGA RORIZ
Música | IGOR STRAVINSKY (Orquestra Filarmónica de Los Angels dirigida por Esa-Pekka Salonen)
Cenário, apoio dramatúrgico e aos ensaios | PAULO REIS
Figurino | OLGA RORIZ E PAULO REIS
Desenho de Luz | CRISTINA PIEDADE
Director Técnico | MANUEL ALÃO
Edição vídeo |JOÃO RAPOSO
Desenho de som e operação | SÉRGIO MILHANO
Assistente de cenografia e figurinos | MARIA RIBEIRO
Gestão e Direcção de Produção | FERNANDO PÊRA
Secretariado e Produção | TERESA BRITO
Apoio à Produção | RAQUEL LAMAS, MARIA JOSÉ LOPEZ
Agradecimentos |Prof. DIDIER CHAZEAU

O Museu do Fado promove a partir do dia 19 de Abril de 2013 a exposição temporária "Acordem as Guitarras" consagrada à Guitarra Portuguesa.
A partir da colecção "Tudo Isto É...", conceptualizada e produzida pela Malabar, o Museu do Fado expõe 16 guitarras portuguesas recriadas por outros tantos artistas:
Siza Vieira, Ana Vidigal, Catarina Pestana, Eugénio Campos, Fabrizio Matos, Isaque Pinheiro, João Leonardo, João Vale, José Cardoso, Manuel Vieira, Marco Sousa, Miguel Januário, Nini Andrade Silva, Sara Maia, Sofia Leitão e Alexandre Farto aka Vhils.

DE 11 A 23 DE MAIO
AUDITÓRIO | GRATUITO
Como cada ano, os países da União Europeia em Moçambique oferecem um encontro dedicado à sétima arte na Europa.
Este ano, você terá a oportunidade de assistir as exibições gratuitas de 15 filmes, para viajar em 14 países e a União Europeia através de 29 projeções.
O programa completo está disponível no início de maio, no website do
CCFM: www.ccfmoz.com

07.06.2013 > 21.30 h
ORequiem (Messa da Requiem) de Giuseppe Verdi é obra musical da missa fúnebre católica romana (chamada Requiem a partir da primeira palavra do texto, que começa Requiem aeternam dona eis, Domine,, "concedei-lhes descanso eterno, ó Senhor"). A primeira apresentação foi realizada em 22 de Maio de 1874 para comemorar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado por Verdi. A peça também é por vezes referida como Requiem de Manzoni.
Quando Rossini morreu, em 1868, Verdi sugeriu que diversos compositores italianos se juntassem para compor em conjunto um Requiem em homenagem ao mestre, e começou a empreitada com uma versão do "Libera me." No ano seguinte uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores (dos quais o único conhecido actualmente é o próprio Verdi), com estreia marcada para 13 de Novembro de 1869, primeiro aniversário da morte de Rossini. No entanto, a 4 de Novembro, a organização abandonou o projecto, tendo Verdi culpado maestro Angelo Marinai pela falta de entusiasmo Mariani. Verdi nunca perdoou Mariani pelo ocorrido e a obra caiu no esquecimento até 1988, quando o alemão Helmuth Rilling dirigiu uma versão completa da Messa per Rossiniem Estugarda.
Em maio de 1873 o escritor italiano Alessandro Manzoni, que Verdi tinha sempre admirado, morreu. Ao ouvir a notícia de sua morte, Verdi decidiu finalizar um Requiem - desta vez sozinho - em homenagem a Manzoni. Viajou para Paris em Junho, onde começou a trabalhar na obra, incluindo uma versão do "Libera me" composto originalmente para Rossini. O Requiem de Verdi foi executado pela primeira vez em Maio do ano seguinte, na Igreja de São Marcos, em Milão, no primeiro aniversário da morte de Manzoni, dirigido pelo próprio compositor.


MAI 31 a JUN 2 SEX e SÁB - 21H45
DOM - 17H00
BLACK BOX
Depois de mau dia, Gabriel acaba por dar boleia à pessoa errada, Lúcia Maria, que por sua vez entra no carro errado.
Ambos vão para o mesmo lugar. Pelo caminho dão boleia a Jasualdo, Roberta e Olavo. Vão a caminho do Festival da Batata Doce em Aljezur...
Mas será que chegam?

24 de maio | 9h30 às 18h00
Auditório do Museu do Fado, Lisboa

O tenchi tessen é uma arte do movimento. A sua finalidade é permitir ao ser humano reencontrar a harmonia consigo e com o Mundo, entre o céu (ten) e a terra (chi). Criado por Georges Stobbaerts, o tenchi tessen pode comparar-se a uma dança hierática, a uma arte para a unidade do corpo, que se situa no instante presente, onde o leque substitui o sabre e a confrontação dá lugar à conciliação.





















