Programação Cultural
|
Cinema ao Ar Livre | Setembro
Lisboa na Rua | Fitas na Rua
Sábados e Domingos, 22h Entrada Livre Na 4ª edição do Fitas na Rua prestamos homenagem a uma das mais antigas
cinematografias do mundo, a portuguesa. Dos primeiros a entrar na grande
aventura das imagens em movimento, Portugal faz filmes há mais de 100
anos. Neste verão, o Fitas na Rua percorrerá a história do cinema
português, que é também a nossa história. Daqui partimos para o mundo e
daqui falámos de saudades. Terra de descobridores e grandes criadores e
Lisboa uma inspiração. O convite é para vir a "salas de cinema"
inesperadas, porque estes filmes são livres. Ao redor destas sessões,
pode ainda visitar museus e espaços mágicos da cidade, participar em
festas de Verão e dançar nos jardins ao som de Djs. É que o cinema
português é grande e, em Lisboa, é uma festa!
1 Setembro, 22h Aquele Querido Mês de Agosto Miguel Gomes Bairro do Armador (Belavista) 2 Setembro, 22h Barba de Paulo Abreu A Caixa de Manoel de Oliveira Escadinhasde São Cristovão 8 Setembro, 22h A Suspeita de José Miguel Ribeiro Dom Robertode Ernesto de Sousa Museu da Marioneta (Claustros) 9 Setembro, 22h La illusión te quedade Francisco Lezama e Márcio Laranjeira Punk is not daddyde Edgar Pêra Rua Nova do Carvalho 15 Setembro, 22h Kali, O Pequeno Vampiro de Regina Pessoa Belarmino de Fernando Lopes Praça do Martim Moniz |
|
| EGEAC | Lisboa na Rua |
- SEMANA DA CULTURA COREANA. SIK-GAEK
- CICLO DE CINEMA EUROPEU no Centro Cultural Franco Moçambicano
- ASTRO BOY de David Bowers - Cinema Infantil na Malaposta
- KOLÁ SAN JON É FESTA DI KAU BERDI de Rui Simões - MalaPosta
- UM CRIADO AO SEU DISPOR de William A. Seiter - MalaPosta
- MIDNIGHT CLUB BLUES BAND na MalaPosta
Caríssimas Canções
31 Mai 2013 - 21:00
Grande Auditório
M/3
Para Sérgio Godinho, cumpre-se, neste concerto, o desejo de fazer as canções do livro Caríssimas 40 Canções - Sérgio Godinho & As Canções dos Outros «regressar à sua vocação primeira, a de terem um palco e um público cúmplice, quer ambos se conheçam quer não.»
Porque são elas os seus «incentivos criadores e lúdicos, e nelas cabem todos os sentimentos, dos mais distendidos aos mais extremados», e porque «uma versão tem de ser uma outra forma de acto criativo», das quarenta, o "escritor de canções" elegerá algumas, «para essa função transformadora da sua vida no palco.»
E acrescenta que com essas cruzará pontes para as suas próprias canções, das quais cantará algumas. «Não da escolha mais óbvia, mas uma vez mais as escolhidas, e como as outras, caríssimas canções.»

SALA PRINCIPAL
17 de MAIO SEX às 21H30
Duração: 1H40
M/12
Pela primeira vez em Almada, o Teatro da Terra, companhia fundada por Maria João Luís em Ponte de Sor, apresenta uma parábola sobre a vida e a morte - uma epopeia dedicada ao povo alentejano. Chão de Água compara o desenraizamento provocado pela deslocalização compulsiva de algumas populações do Sul a pretexto da construção de barragens, com a solidão revoltada das mulheres troianas vendo a guerra roubar-lhes os homens.
A tragédia grega é transportada para os nossos dias, criando uma analogia revitalizante de exaltação da saudade pela voz das alentejanas no seu êxodo forçado.

QUINTA DANÇA
QUINTA 09 DE MAIO | 19H00
AUDITÓRIO"Quais são os estados físicos e emocionais que atinge um corpo depois de ser estuprado e sexualmente violado? Qual é o seu limite físico?
Esta criação é inspirada por uma situação real que está acontecendo em Moçambique e em muitos países africanos. Faz uma reflexão sobre a nossa história, nossas projeções culturais, sociológicas e familiais.
Não quero trazer o que aconteceu no passado, mas as suas consequências em seres humanos no presente." Kátia Manjate

SEG a SÁB - 11H00 às 21H00 (em dias de espetáculo estará patente até às 23H00)
DOM - 14H00 às 19H00FOYER
Sendo descendente direta da pessoa que introduziu a venda de artesanato português na Vila de Sintra (oSr. Sequeira, sapateiro fino com olho para o negócio), toda a infância da escultora foi dominada pelo imaginário do artesanato português.
No entanto, foi necessário chegar à idade adulta para admitir a importância do artesanato como produto e produtor de uma identidade cultural.
Aquilo a que chamamos `nosso` influenciou e foi influenciado por centenas de anos de interações com outras culturas, quer através dos Descobrimentos, da colonização ou pelos grandes surtos de emigração do início do séc. XX (louça, calçada, joalharia, instrumentos musicais, etc.), traduzindo-se num simbolismo ingénuo sobre as realidades que eram estranhas aos artesãos portuguesas.
Não só em Portugal, como por onde tenhamos passado, estas peças são um tributo a estes produtores que, quer cá dentro como lá fora, integraram bocadinhos da nossa História nos objetos de uso diário.

2 Junho
SIK-GAEK Cinema
17.30
Auditório
Realizador: Yun-su Chong2007, 114`, Cor Língua original: coreano, legendado em portuguêsM/12

07.06.2013 > 21.30 h
ORequiem (Messa da Requiem) de Giuseppe Verdi é obra musical da missa fúnebre católica romana (chamada Requiem a partir da primeira palavra do texto, que começa Requiem aeternam dona eis, Domine,, "concedei-lhes descanso eterno, ó Senhor"). A primeira apresentação foi realizada em 22 de Maio de 1874 para comemorar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado por Verdi. A peça também é por vezes referida como Requiem de Manzoni.
Quando Rossini morreu, em 1868, Verdi sugeriu que diversos compositores italianos se juntassem para compor em conjunto um Requiem em homenagem ao mestre, e começou a empreitada com uma versão do "Libera me." No ano seguinte uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores (dos quais o único conhecido actualmente é o próprio Verdi), com estreia marcada para 13 de Novembro de 1869, primeiro aniversário da morte de Rossini. No entanto, a 4 de Novembro, a organização abandonou o projecto, tendo Verdi culpado maestro Angelo Marinai pela falta de entusiasmo Mariani. Verdi nunca perdoou Mariani pelo ocorrido e a obra caiu no esquecimento até 1988, quando o alemão Helmuth Rilling dirigiu uma versão completa da Messa per Rossiniem Estugarda.
Em maio de 1873 o escritor italiano Alessandro Manzoni, que Verdi tinha sempre admirado, morreu. Ao ouvir a notícia de sua morte, Verdi decidiu finalizar um Requiem - desta vez sozinho - em homenagem a Manzoni. Viajou para Paris em Junho, onde começou a trabalhar na obra, incluindo uma versão do "Libera me" composto originalmente para Rossini. O Requiem de Verdi foi executado pela primeira vez em Maio do ano seguinte, na Igreja de São Marcos, em Milão, no primeiro aniversário da morte de Manzoni, dirigido pelo próprio compositor.

18 de Maio
Museu do fado
Entrada Livre
Este ano O Museu do fado comemora o Dia Internacional dos Museus com fado em dose dupla!
Rodrigo Costa Félix, que regressa ao Museu do Fado depois de um ano repleto de concertos em Portugal e no estrangeiro e Marta Pereira da Costa, a primeira e única mulher a dedicar-se profissionalmente à guitarra portuguesa, são a nossa proposta para assinalar o Dia Internacional dos Museus!
Rodrigo Costa Félix e Marta Pereira da Costa participam na Visita Cantada, às 15h00 e apresentam-se em concerto às 19h00.
Reserve já o seu lugar através do 218 823 470.
No dia 18 de Maio a entrada no museu, bem como todas as iniciativas, são de entrada livre.

MAI 31 a JUN 2 SEX e SÁB - 21H45
DOM - 17H00
BLACK BOX
Depois de mau dia, Gabriel acaba por dar boleia à pessoa errada, Lúcia Maria, que por sua vez entra no carro errado.
Ambos vão para o mesmo lugar. Pelo caminho dão boleia a Jasualdo, Roberta e Olavo. Vão a caminho do Festival da Batata Doce em Aljezur...
Mas será que chegam?

24 de maio | 9h30 às 18h00
Auditório do Museu do Fado, Lisboa

No dia Internacional dos Museus - 18 de Maio, pelas 11h00 o Museu da Marioneta em Lisboa convida
as familias a uma visita guiada para conhecerem melhor a sua colecção.





















