Programação Cultural
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Quinteto de Sopros da Metropolitana
Lisboa na Rua | Clássicos na Rua
Domingos, 19h Entrada livre Quinteto de Sopros da Metropolitana
Francisco Barbosa, flauta | Catarina Castro, oboé | Sérgio Coelho, clarinete | Tatiana Martins, fagote | João Gaspar, trompa É um mapa em que os sons do mundo têm lugar, como se cada palco destes Clássicos na Rua fosse uma janela aberta de Lisboa para o exterior, dando a conhecer de outra forma a cidade. De Piazzola a Ligeti, passando por Carrapatoso, as obras escolhidas para apresentar a Lisboa, nesta edição dos Clássicos na Rua, trazem influências e histórias muito variadas, percorrendo não só distâncias geográficas como temporais, das Américas à Hungria. As formas mais clássicas coexistem com a intensidade da dança, o liris moda paixão com a serenidade de uma paisagem. Os próprios compositores escolhidos para este programa são a prova de como a música se deixa contagiar, contendo em si tantas viagens e mesclas. 19 Agosto, 19h Reservatório da Mãe d'Água (Jardim das Amoreiras, nº10; entrada sujeita à lotação do espaço, cerca de 200 pessoas) 26 Agosto, 19h Alameda Dom Afonso Henriques (Terraço da Fonte Luminosa) 2 Setembro, 19h Jardim do Arco do Cego 9 Setembro, 19h Jardim Fernando Pessa (ao lado do Fórum Lisboa) 16 Setembro, 19h Praça Luís de Camões |
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| EGEAC | Lisboa na Rua |
Caríssimas Canções
31 Mai 2013 - 21:00
Grande Auditório
M/3
Para Sérgio Godinho, cumpre-se, neste concerto, o desejo de fazer as canções do livro Caríssimas 40 Canções - Sérgio Godinho & As Canções dos Outros «regressar à sua vocação primeira, a de terem um palco e um público cúmplice, quer ambos se conheçam quer não.»
Porque são elas os seus «incentivos criadores e lúdicos, e nelas cabem todos os sentimentos, dos mais distendidos aos mais extremados», e porque «uma versão tem de ser uma outra forma de acto criativo», das quarenta, o "escritor de canções" elegerá algumas, «para essa função transformadora da sua vida no palco.»
E acrescenta que com essas cruzará pontes para as suas próprias canções, das quais cantará algumas. «Não da escolha mais óbvia, mas uma vez mais as escolhidas, e como as outras, caríssimas canções.»

SALA EXPERIMENTAL de 4 a 24 de MAIO
de TER a SÀB às 21H30, DOM às 16H00
Duração: 1H20
M/12
A comédia A purga do bebé caricaturiza problemas da sociedade do início do século XX, entre os quais o da condição feminina e do lugar da criança. Os negócios do fabricante de porcelanas Follavoine, o protagonista, cruzam-se com a tentativa da sua mulher para que Totó, filho de ambos, beba um purgante.
Uma grande encomenda destinada ao exército francês, de fornecimento de penicos supostamente inquebráveis (parceria público-privada de contornos eternos), cruza-se com um rol de situações domésticas em torno de um fedelho obstinado em não ingerir a purga.
Representada pela primeira vez em Paris em 1910, um crítico escreveria ser a peça uma emanação de "Feydeau no seu melhor - uma farsa desopilante tratada de uma forma simples e sólida por um mestre do riso". A purga do bebé conheceria uma versão cinematográfica por Jean Renoir, em 1931.
Georges Feydeau (1862-1921), dramaturgo francês celebrizado pelas suas hilariantes comédias de costumes, construídas sobre complexas teias de intrigas e de situações imprevistas, teve uma vida instável e boémia, na qual contudo encontrou inspiração para as suas obras. Consagrado "rei do vaudeville", escreveria A purga do bebé na sequência da separação da sua mulher, em 1909, investindo como nunca na denúncia satírica das escolhas de vida burguesas.

SALA PRINCIPAL
de 29 a 31 de MAIO de QUA a SEX
às 21H30
Duração: 1H00M/12
Direcção e Interpretação | OLGA RORIZ
Música | IGOR STRAVINSKY (Orquestra Filarmónica de Los Angels dirigida por Esa-Pekka Salonen)
Cenário, apoio dramatúrgico e aos ensaios | PAULO REIS
Figurino | OLGA RORIZ E PAULO REIS
Desenho de Luz | CRISTINA PIEDADE
Director Técnico | MANUEL ALÃO
Edição vídeo |JOÃO RAPOSO
Desenho de som e operação | SÉRGIO MILHANO
Assistente de cenografia e figurinos | MARIA RIBEIRO
Gestão e Direcção de Produção | FERNANDO PÊRA
Secretariado e Produção | TERESA BRITO
Apoio à Produção | RAQUEL LAMAS, MARIA JOSÉ LOPEZ
Agradecimentos |Prof. DIDIER CHAZEAU

SEG a SÁB - 11H00 às 21H00 (em dias de espetáculo estará patente até às 23H00)
DOM - 14H00 às 19H00FOYER
Sendo descendente direta da pessoa que introduziu a venda de artesanato português na Vila de Sintra (oSr. Sequeira, sapateiro fino com olho para o negócio), toda a infância da escultora foi dominada pelo imaginário do artesanato português.
No entanto, foi necessário chegar à idade adulta para admitir a importância do artesanato como produto e produtor de uma identidade cultural.
Aquilo a que chamamos `nosso` influenciou e foi influenciado por centenas de anos de interações com outras culturas, quer através dos Descobrimentos, da colonização ou pelos grandes surtos de emigração do início do séc. XX (louça, calçada, joalharia, instrumentos musicais, etc.), traduzindo-se num simbolismo ingénuo sobre as realidades que eram estranhas aos artesãos portuguesas.
Não só em Portugal, como por onde tenhamos passado, estas peças são um tributo a estes produtores que, quer cá dentro como lá fora, integraram bocadinhos da nossa História nos objetos de uso diário.

2 Junho
SIK-GAEK Cinema
17.30
Auditório
Realizador: Yun-su Chong2007, 114`, Cor Língua original: coreano, legendado em portuguêsM/12

07.06.2013 > 21.30 h
ORequiem (Messa da Requiem) de Giuseppe Verdi é obra musical da missa fúnebre católica romana (chamada Requiem a partir da primeira palavra do texto, que começa Requiem aeternam dona eis, Domine,, "concedei-lhes descanso eterno, ó Senhor"). A primeira apresentação foi realizada em 22 de Maio de 1874 para comemorar o primeiro aniversário da morte de Alessandro Manzoni, um poeta e romancista italiano muito admirado por Verdi. A peça também é por vezes referida como Requiem de Manzoni.
Quando Rossini morreu, em 1868, Verdi sugeriu que diversos compositores italianos se juntassem para compor em conjunto um Requiem em homenagem ao mestre, e começou a empreitada com uma versão do "Libera me." No ano seguinte uma Messa per Rossini foi compilada por treze compositores (dos quais o único conhecido actualmente é o próprio Verdi), com estreia marcada para 13 de Novembro de 1869, primeiro aniversário da morte de Rossini. No entanto, a 4 de Novembro, a organização abandonou o projecto, tendo Verdi culpado maestro Angelo Marinai pela falta de entusiasmo Mariani. Verdi nunca perdoou Mariani pelo ocorrido e a obra caiu no esquecimento até 1988, quando o alemão Helmuth Rilling dirigiu uma versão completa da Messa per Rossiniem Estugarda.
Em maio de 1873 o escritor italiano Alessandro Manzoni, que Verdi tinha sempre admirado, morreu. Ao ouvir a notícia de sua morte, Verdi decidiu finalizar um Requiem - desta vez sozinho - em homenagem a Manzoni. Viajou para Paris em Junho, onde começou a trabalhar na obra, incluindo uma versão do "Libera me" composto originalmente para Rossini. O Requiem de Verdi foi executado pela primeira vez em Maio do ano seguinte, na Igreja de São Marcos, em Milão, no primeiro aniversário da morte de Manzoni, dirigido pelo próprio compositor.

18 de Maio
Museu do fado
Entrada Livre
Este ano O Museu do fado comemora o Dia Internacional dos Museus com fado em dose dupla!
Rodrigo Costa Félix, que regressa ao Museu do Fado depois de um ano repleto de concertos em Portugal e no estrangeiro e Marta Pereira da Costa, a primeira e única mulher a dedicar-se profissionalmente à guitarra portuguesa, são a nossa proposta para assinalar o Dia Internacional dos Museus!
Rodrigo Costa Félix e Marta Pereira da Costa participam na Visita Cantada, às 15h00 e apresentam-se em concerto às 19h00.
Reserve já o seu lugar através do 218 823 470.
No dia 18 de Maio a entrada no museu, bem como todas as iniciativas, são de entrada livre.

MAI 31 a JUN 2 SEX e SÁB - 21H45
DOM - 17H00
BLACK BOX
Depois de mau dia, Gabriel acaba por dar boleia à pessoa errada, Lúcia Maria, que por sua vez entra no carro errado.
Ambos vão para o mesmo lugar. Pelo caminho dão boleia a Jasualdo, Roberta e Olavo. Vão a caminho do Festival da Batata Doce em Aljezur...
Mas será que chegam?

24 de maio | 9h30 às 18h00
Auditório do Museu do Fado, Lisboa

Festivais | FIMFA Lx 13
CLOWNS` HOUSES Merlin Puppet Theatre |Grécia
Capela do Museu da Marioneta
31 de Maio (Sexta) e 1 de Junho (Sábado), às 21h30
"... Blind are Those houses, paper-thin
Old shadows hid therein
With sly and crazy movements creep
Like marionettes, and weep..."
Edith sitwell, "Cowns`Houses", 1918
Clowns`s houses: Uma teoria de marionetas sobre o vazio da humanidade.
Merlin Puppet Theatre inspirou-se em "Clowns` Houses" de Edith Sitwell, para criar o seu primeiro espectáculo de marionetas para adultos.
Um prédio, cinco apartamentos e seis personagens centrais trágico-cómicas, que "arrastam a existência das suas vidas miseráveis". Não têm medo de morrer, mas de viver. O público observa-as a viver as suas vidas convencionais, num ambiente sombrio e claustrofóbico, com os seus medos, obsessões e solidão. Merlin Puppet Theatre dramatiza e demoniza as suas obsessões, até que finalmente os castiga e liberta de uma forma violenta.
Um retrato da vida moderna. A solidão do homem moderno. Casas que parecem prisões. As pessoas presas nas suas rotinas e hábitos, distantes dos seus sonhos.
Em "Clowns` Houses" são utilizados vários tipos de técnicas, marionetas de mesa, sombras e teatro de objectos. Um espectáculo fora do comum, com marionetas fantásticas, que cria um ambiente de uma beleza sombria, sórdida e perturbante!
Prémio Best Performence - Kotorski Festival Mopntenegro, 2012.





















